domingo, 6 de julho de 2014

Olá, pessoal!!!

Meu nome é Nate e vou compartilhar com vocês um pouco da minha jornada para me tornar um mestre pokémon.
Eu nasci na região de Unova, na cidade de Aspertia, onde cresci e morei até hoje. E hoje, tenho de dizer, foi um dos dias mais movimentados da minha vida (e acho que o primeiro de muitos).
Hoje, de manhã, quando minha mãe estava chegando em casa, ela recebeu uma ligação da Professora Aurea Juniper, a pesquisadora pokémon mais famosa da minha região. 
Elas já se conheciam há algum tempo e mamãe já deve ter falado de mim para ela antes, porque ela ligou para me oferecer uma Pokedex. Minha mãe é uma pessoa maravilhosa, que me incentiva a correr atrás dos meus sonhos. Ela acha que uma jornada pokémon vai ser uma grande experiência e eu concordo totalmente. 
A Professora Juniper avisou que a assistente dela, Bianca, já estava a caminho da minha cidade, para me entregar o meu companheiro inicial, meu primeiro pokémon. Segundo a mamãe, quando a professora decide alguma coisa, ela já começa logo a tomar suas providências. A assistente da professora se chama Bianca e usa um chapéu verde e eu devo encontrá-la assim que possível.
Mamãe me contou isso assim que chegou em casa. Ela me perguntou se eu conhecia a professora Juniper (claro que eu conhecia!). Aí ela me explicou que elas são velhas amigas e falou sobre a ligação e perguntou se eu queria ter um pokémon.
Claro que eu disse um grande SIM!
Mamãe disse que esse era apenas o primeiro passo e que eu havia completado. Então ela perguntou se eu sabia o que era uma Pokédex. Claro que eu sabia, é um dispositivo portátil que armazena informações sobre os Pokémons, para ajudar os professores em suas pesquisas, então foi outro grande SIM! Mamãe estava me testando, ela sabia que eu saberia isso. Ela também acha maravilhoso como a Pokédex grava automaticamente os dados dos Pokémons que encontramos em nossas jornadas. Quando ela me perguntou se eu queria uma Pokédex, claro que eu pulei de alegria gritando: SIM!!! Então ela disse que duas etapas estavam completas e que meu curso de ação, ou seja, meus objetivos já havia sido decididos. Bianca vinha me encontrar e que a Professora Juniper havia comentado que bataria eu procurar a garota com o grande chapéu verde. Bastava eu encontrá-la e então eu iria receber a Pokédex e o meu parceiro pokémon.
Mamãe, preocupada, confirmou se eu estava com meu Xtransceiver na mochila e se eu sabia como manuseá-la. Claro que eu sabia. Por fim, mamãe avisou que Bianca poderia estar perdida, já que era a primeira vez que ela vinha a Aspertia e que eu deveria me apressar.

Logo que saí de casa, Hugh me encontrou e já estava sabendo que eu iria pegar meu Pokémon. Ele estava empolgado porque não havia muitos treinadores Pokémons perto da nossa cidade e ele já estava ficando entediado. Ele quase não acreditou quando contei que uma garota chamada Bianca já estava vindo me entregar meu parceiro inicial. A irmãzinha dele me recomendou que assim que eu pegasse meu Pokémon, eu cuidasse muito muito bem dele. Claro que eu farei isso! Hugh topou ir procurar Bianca comigo. Ele disse que tinha algo que precisava fazer e que, para isso, ele precisava de alguém que ele pudesse confiar para estar ao lado dele e de seu parceiro Pokémon. Claro que ele estava falando de mim, nós já somos amigos há bastante tempo e ele diz que eu pareço ter bons instintos. Mandamos a irmãzinha dele pra casa e saímos em busca de uma pessoa chamada Bianca.

Nossa cidade não é muito grande e tem um mirante no ponto mais algo. Logo imaginei que seria mais fácil enxergar o grande chapéu verde da Bianca lá de cima, então corremos para lá. Enquanto estávamos subindo, Hugh comentou que achava que Bianca poderia estar lá em cima dando uma olhada na paisagem. Ele mandou eu me apressar e pegar meu Pokémon logo.

Quando cheguei lá em cima, realmente havia uma garota de óculos com uma grande boina verde. Ela estava encantada com a paisagem, achando tudo lindo. Quando se tocou que eu estava ali, perguntou se eu não concordava. Depois disso, ela se apresentou e realmente era Bianca, a assistente da Professora Juniper, avisou que estava procurando por alguém e se eu conhecia uma pessoa chamada Nate. Não pude segurar o riso e avisei logo que SIM. Mas ela se tocou que era eu quem ela procurava e que parecia exatamente com a descrição que ela tinha ouvido. Depois de nos apresentarmos, ela disse que tinha um pedido importante para fazer: se eu poderia ajudar ela e a professora a completar a Pokédex. Acho que eu disse um SIM tão grande que mamãe deve ter ouvido lá de casa. Então ela me agradeceu pela minha ajuda a levar adiante a pesquisa delas. Segundo ela, preencher a Pokédex seria totalmente divertido.
Depois disso, TA-DAAA! Ela me apresentou os pokémons que eu poderia escolher para serem meus parceiros: o pokémon tipo grass (planta) SNIVY, o tipo fire (fogo) TEPIG ou o tipo water (água) OSHAWOTT.



Eu já havia pensado nisso bastante antes de escolher, mas na hora sempre aparece um frio na barriga. Escolhi o tipo grass. Quando confirmei que era aquele que eu queria, Bianca disse que eu e ele formávamos uma dupla perfeita e perguntou se eu não queria dar um apelido para o pokémon que eu escolhi. Nem precisei pensar muito. Chamei meu Snivy de Aoda, em homenagem a uma cobra de um anime que eu gosto muito. Bianca disse que era um ótimo nome. Então, agora que eu tinha meu parceiro, ela me entregou também a Pokédex e me explicou que a Pokédex era um dispositivo de alta tecnologia que gravava autmaticamente dados sobre os Pokémons que eu encontrar. Assim, a professora Juniper gostaria que eu levasse a Pokedéx, visitasse uma porção de lugares e encontrasse todos os Pokémons da região de Unova. Ela ainda riu e disse que a Professora deveria ao menos ter esperando um OK antes de enviar alguém assim...

Quando eu já estava descendo, Hugh subiu e perguntou quanto tempo eu planejava deixar ele esperando. Então ele viu a Pokebola e perguntou se aquele seria meu parceiro. Quando eu confirmei, ele achou o máximo e reiterou o que a irmãzinha dele disse mais cedo: que eu cuidasse muito, muito bem dos meus Pokémons. Quando eu disse que ele podia deixar comigo, ele viu a Pokédex e perguntou o que era. Eu ia explicar, mas Bianca se adiantou e contou o que era. Hugh então pediu uma para ele também e disse que queria ficar mais forte, que se ele tivesse uma Pokédex, poderia aprender muito sobre os Pokémons, o que deixaria ele melhor.
Bianca perguntou quem ele era e ele se apresentou e disse que estava indo viajar por Unova com o parceiro dele, em busca de algo muito importante.
Bianca não viu problemas e mesmo ter certeza sobre os objetivos do Hugh, ela acreditava que a partir em uma jornada era sempre algo bom. Como ela tinha outra Pokédex com ela, deu outra para o Hugh e comentou que a distribuição de Pokémons havia mudado bastante em comparação há dois anos atrás; Então, quanto mais gente pesquisando, melhor.
Eu estava ansioso pra contar à mamãe como havia sido e estava descendo, quando Hugh me intimou pra uma batalha, dizendo que queria ver o quão bom eu poderia ser como treinador. Topei na hora, minha primeira batalha pokémon. Hugh ia usar seu Tepig, que ele havia conseguido a partir de um ovo.
Na hora eu pensei: me ferrei, ele vai usar um tipo fire. Mas vamos lá!

Usando a Pokédex, vi que meu Snivy já sabia dois ataques Tackle e Leer. Leer servia pra reduzir a defesa do inimigo, então usei ele primeiro. O Tepig nos acertou com um Tackle.
Na segunda rodada, foi a nossa vez de usar Tackle. O Tepig também usou e nos acertou com um crítico, mas nós não desistimos. Acertamos mais um Tackle e vencemos a batalha! Aoda ganhou mais um nível e Hugh até me deu uma recompensa pelo meu bom desempenho. Ele disse que reconhecia a derrota e que batalhar com outro treinador era diferente de batalhar com Pokémons selvagens. De todo jeito, ele estava feliz por saber que eu era um Treinador com quem ele poderia contar. E que apesar de ter sido derrotado primeiro, eu deveria ficar mais forte para a próxima.
Assim que ele foi embora, Bianca me disse que os pokémons de ambos os lados deram seu melhor na batalha, mas que o meu ainda estava começando, então deveríamos batalhar muito para fazer ele ficar forte. Então ela me disse que levaríamos meu parceiro para se recuperar no Centro Pokémon, o melhor lugar para levar um Pokémon que batalhou e acabou ferido. Descemos a colina do mirante e fomos direto para o Centro Pokémon, um prédio de janelas azuis e telhado vermelho. Assim que entramos, Bianca me levou em um tour mostrando o Centro. Ela me explicou que o Centro Pokémon não cobrava para curar os Pokémons e que eu deveria levá-los lá sempre que eles estivessem fracos. Então ela me apresentou a enfermeira, que pediu a pokebola para curar meu Snivy. Foi realmente rapidinho e logo ela me devolveu Aoda novinho em folha.
Bianca então me explicou como funcionava o PC, que todo treinador podia usar, de graça, para depositar e retirar Pokémons que já tivesse capturado. A próxima coisa foi o Poké Mart, onde eu poderia comprar e vender diferentes iten, inclusive as Pokebolas que usamos para capturar pokémons. Bianca ainda me deu algumas Pokebolas, que eu guardei na mochila e me disse para segui-la, que ela me mostraria como usá-las.
Assim que saímos do Centro Pokémon, mamãe nos encontrou. Ela já adivinhou que a moça comigo era Bianca e viu que eu escolhi o Snivy. Disse que parecia uma boa escolha. Aproveitou para me entregar meus tênis de corrida antes que ela esquecesse e me explicou que com eles eu poderia andar mais depressa, que eu e o Snivy poderíamos correr pra qualquer lugar que quiséssemos. A irmãzinha do Hugh estava com ela e me deu de presente um mapa das cidades de Unova, mas quando ela foi me entregar, haviam dois mapas.
Bianca que reparou e perguntou o porquê daquilo. Então a menina me explicou que queria que eu entregasse um deles para o Hugh. Minha mãe achou a idéia ótima, que seria muito bom seguir caminho tendo um mapa das cidades. Além disso, se eu usasse o mapa eu saberia tudo sobre a região.
Bianca ficou emocionada e disse que só de assistir aquilo tudo já ficava feliz. Disse que eu poderia encontrá-la na rota 19, onde ela me ensinaria a capturar Pokémons.
Mamãe me desejou boa viagem e falou para eu pegar o Snivy e ir ver vários Pokémos e pessoas diferentes com meus próprios olhos. Nos despedimos e eu fui atrás da Bianca.
Quando eu estava saindo da cidade, a vigia viu que eu estava de saída e me chamou pra conversar. Ao ver o Aoda comigo, ela me deu uma potion de presente;
Bianca cumpriu sua parte e estava me esperando. Ela disse que aquela rota lhe lembrava da rota 1 e então explicou como funcionava. As páginas da Pokédex seriam preenchidas automaticamente quando eu encontrasse um Pokémon e quando eu o capturasse, informações mais detalhadas seriam acrescentadas. Então, fomos capturar um Pokémon.
Assim que entramos na grama, um Purrloin selvagem apareceu. Bianca usou seu Lillipup e capturou ele enquanto eu assistia.
Assim que saiu da grama, Bianca comentou sobre a captura e me deu algumas dicas:
Primeiro, encontrar um pokémon saudável para capturar;
É melhor cansar o Pokémon antes de tentar pegá-lo;
Usar os golpes do meu Pokémon para cansar o Pokémon que eu quero pegar;
Deixar o outro pokémon adormecido ou paralizado torna mais fácil pegá-lo.
Depois dessas dicas, ela perguntou se eu estava indo entregar o Mapa para o Hugh. Quando eu confirmei, ela explicou que seguindo pelo caminho da rota 1 eu chegaria na cidade de Floccesy.
Nós nos despedimos e ela desejou que eu encontrasse muito Pokémons e capturasse uma porção deles.
Então, foi minha vez de entrar na grama. Logo apareceu um Patrat, que eu e Aoda pegamos fácil. Eu até poderia dar um apelido pra ele também, mas acho que um Patrat não deve ficar muito tempo na minha equipe.
Depois de conferir os dados dele na Pokédex, resolvi ver se tinha algo mais por ali. Acabei pegando um Purrloin, que também deixei sem apelido, por enquanto.



Voltei ao Centro Pokemon para tratar dos meus novos amigos e acabei descansando por aqui mesmo. 
Até mais, pessoal!

Olá, pessoal!!!

Eu sou um grande fã da franquia Pokémon e, atualmente, já estou com todas as versões zeradas. Então, pra matar o tempo e pra podermos interagir um pouco mais, estou criando esse blog pra narrar, em primeira pessoa, a aventura desenvolvida no Pokémon Black 2.
Estou fazendo isso porque zerei o White 2 e fiquei sem a chave pro Challenge Mode. Quem jogou, sabe que com essa Key você destrava um novo modo, mais difícil, do game. Como estou curioso pra jogar essa versão "hard", estou topando o desafio.
Espero que gostem e passem aqui mais vezes, pra acompanhar as aventuras do meu personagem.

Até mais e Gotta catch'em all!!!