Olá, pessoal!!!
Meu nome é Nate e vou compartilhar com vocês um pouco da
minha jornada para me tornar um mestre pokémon.
Eu nasci na região
de Unova, na cidade de Aspertia, onde cresci e morei até hoje. E hoje, tenho de dizer, foi
um dos dias mais movimentados da minha vida (e acho que o primeiro de
muitos).
Hoje, de manhã,
quando minha mãe estava chegando em casa, ela recebeu uma
ligação da Professora Aurea Juniper, a pesquisadora
pokémon mais famosa da minha região.
Elas já se
conheciam há algum tempo e mamãe já deve ter
falado de mim para ela antes, porque ela ligou para me oferecer uma
Pokedex. Minha mãe é uma pessoa maravilhosa, que me
incentiva a correr atrás dos meus sonhos. Ela acha que uma
jornada pokémon vai ser uma grande experiência e eu
concordo totalmente.
A Professora Juniper avisou que a assistente
dela, Bianca, já estava a caminho da minha cidade, para me
entregar o meu companheiro inicial, meu primeiro pokémon.
Segundo a mamãe, quando a professora decide alguma coisa, ela
já começa logo a tomar suas providências. A
assistente da professora se chama Bianca e usa um chapéu verde
e eu devo encontrá-la assim que possível.
Mamãe me contou
isso assim que chegou em casa. Ela me perguntou se eu conhecia a
professora Juniper (claro que eu conhecia!). Aí ela me
explicou que elas são velhas amigas e falou sobre a ligação
e perguntou se eu queria ter um pokémon.
Claro que eu disse um
grande SIM!
Mamãe disse que
esse era apenas o primeiro passo e que eu havia completado. Então
ela perguntou se eu sabia o que era uma Pokédex. Claro que eu
sabia, é um dispositivo portátil que armazena
informações sobre os Pokémons, para ajudar os
professores em suas pesquisas, então foi outro grande SIM!
Mamãe estava me testando, ela sabia que eu saberia isso. Ela
também acha maravilhoso como a Pokédex grava
automaticamente os dados dos Pokémons que encontramos em
nossas jornadas. Quando ela me perguntou se eu queria uma Pokédex,
claro que eu pulei de alegria gritando: SIM!!! Então ela disse
que duas etapas estavam completas e que meu curso de ação,
ou seja, meus objetivos já havia sido decididos. Bianca vinha
me encontrar e que a Professora Juniper havia comentado que bataria
eu procurar a garota com o grande chapéu verde. Bastava eu
encontrá-la e então eu iria receber a Pokédex e
o meu parceiro pokémon.
Mamãe,
preocupada, confirmou se eu estava com meu Xtransceiver na mochila e
se eu sabia como manuseá-la. Claro que eu sabia. Por fim,
mamãe avisou que Bianca poderia estar perdida, já que
era a primeira vez que ela vinha a Aspertia e que eu deveria me
apressar.
Logo que saí de
casa, Hugh me encontrou e já estava sabendo que eu iria
pegar meu Pokémon. Ele estava empolgado porque não
havia muitos treinadores Pokémons perto da nossa cidade e ele
já estava ficando entediado. Ele quase não acreditou
quando contei que uma garota chamada Bianca já estava vindo me
entregar meu parceiro inicial. A irmãzinha dele me recomendou
que assim que eu pegasse meu Pokémon, eu cuidasse muito muito
bem dele. Claro que eu farei isso! Hugh topou ir procurar Bianca
comigo. Ele disse que tinha algo que precisava fazer e que, para
isso, ele precisava de alguém que ele pudesse confiar para
estar ao lado dele e de seu parceiro Pokémon. Claro que ele
estava falando de mim, nós já somos amigos há
bastante tempo e ele diz que eu pareço ter bons instintos.
Mandamos a irmãzinha dele pra casa e saímos em busca de
uma pessoa chamada Bianca.
Nossa cidade não
é muito grande e tem um mirante no ponto mais algo. Logo
imaginei que seria mais fácil enxergar o grande chapéu
verde da Bianca lá de cima, então corremos para lá.
Enquanto estávamos subindo, Hugh comentou que achava que
Bianca poderia estar lá em cima dando uma olhada na paisagem.
Ele mandou eu me apressar e pegar meu Pokémon logo.
Quando cheguei lá
em cima, realmente havia uma garota de óculos com uma grande
boina verde. Ela estava encantada com a paisagem, achando tudo lindo.
Quando se tocou que eu estava ali, perguntou se eu não
concordava. Depois disso, ela se apresentou e realmente era Bianca, a
assistente da Professora Juniper, avisou que estava procurando por
alguém e se eu conhecia uma pessoa chamada Nate. Não
pude segurar o riso e avisei logo que SIM. Mas ela se tocou que era
eu quem ela procurava e que parecia exatamente com a descrição
que ela tinha ouvido. Depois de nos apresentarmos, ela disse que
tinha um pedido importante para fazer: se eu poderia ajudar ela e a
professora a completar a Pokédex. Acho que eu disse um SIM tão
grande que mamãe deve ter ouvido lá de casa. Então
ela me agradeceu pela minha ajuda a levar adiante a pesquisa delas.
Segundo ela, preencher a Pokédex seria totalmente divertido.
Depois disso, TA-DAAA!
Ela me apresentou os pokémons que eu poderia escolher para
serem meus parceiros: o pokémon tipo grass (planta) SNIVY, o
tipo fire (fogo) TEPIG ou o tipo water (água) OSHAWOTT.
Eu já havia
pensado nisso bastante antes de escolher, mas na hora sempre aparece
um frio na barriga. Escolhi o tipo grass. Quando confirmei que era
aquele que eu queria, Bianca disse que eu e ele formávamos uma
dupla perfeita e perguntou se eu não queria dar um apelido
para o pokémon que eu escolhi. Nem precisei pensar muito.
Chamei meu Snivy de Aoda, em homenagem a uma cobra de um anime que eu
gosto muito. Bianca disse que era um ótimo nome. Então,
agora que eu tinha meu parceiro, ela me entregou também a
Pokédex e me explicou que a Pokédex era um dispositivo
de alta tecnologia que gravava autmaticamente dados sobre os Pokémons
que eu encontrar. Assim, a professora Juniper gostaria que eu levasse
a Pokedéx, visitasse uma porção de lugares e
encontrasse todos os Pokémons da região de Unova. Ela
ainda riu e disse que a Professora deveria ao menos ter esperando um
OK antes de enviar alguém assim...
Quando eu já
estava descendo, Hugh subiu e perguntou quanto tempo eu planejava
deixar ele esperando. Então ele viu a Pokebola e perguntou se
aquele seria meu parceiro. Quando eu confirmei, ele achou o máximo
e reiterou o que a irmãzinha dele disse mais cedo: que eu
cuidasse muito, muito bem dos meus Pokémons. Quando eu disse
que ele podia deixar comigo, ele viu a Pokédex e perguntou o
que era. Eu ia explicar, mas Bianca se adiantou e contou o que era.
Hugh então pediu uma para ele também e disse que queria
ficar mais forte, que se ele tivesse uma Pokédex, poderia
aprender muito sobre os Pokémons, o que deixaria ele melhor.
Bianca perguntou quem
ele era e ele se apresentou e disse que estava indo viajar por Unova
com o parceiro dele, em busca de algo muito importante.
Bianca não viu
problemas e mesmo ter certeza sobre os objetivos do Hugh, ela
acreditava que a partir em uma jornada era sempre algo bom. Como ela
tinha outra Pokédex com ela, deu outra para o Hugh e comentou
que a distribuição de Pokémons havia mudado
bastante em comparação há dois anos atrás;
Então, quanto mais gente pesquisando, melhor.
Eu estava ansioso pra
contar à mamãe como havia sido e estava descendo,
quando Hugh me intimou pra uma batalha, dizendo que queria ver o quão
bom eu poderia ser como treinador. Topei na hora, minha primeira
batalha pokémon. Hugh ia usar seu Tepig, que ele havia
conseguido a partir de um ovo.
Na hora eu pensei: me
ferrei, ele vai usar um tipo fire. Mas vamos lá!
Usando a Pokédex,
vi que meu Snivy já sabia dois ataques Tackle e Leer. Leer
servia pra reduzir a defesa do inimigo, então usei ele
primeiro. O Tepig nos acertou com um Tackle.
Na segunda rodada, foi
a nossa vez de usar Tackle. O Tepig também usou e nos acertou
com um crítico, mas nós não desistimos.
Acertamos mais um Tackle e vencemos a batalha! Aoda ganhou mais um
nível e Hugh até me deu uma recompensa pelo meu bom
desempenho. Ele disse que reconhecia a derrota e que batalhar com
outro treinador era diferente de batalhar com Pokémons
selvagens. De todo jeito, ele estava feliz por saber que eu era um
Treinador com quem ele poderia contar. E que apesar de ter sido
derrotado primeiro, eu deveria ficar mais forte para a próxima.
Assim que ele foi
embora, Bianca me disse que os pokémons de ambos os lados
deram seu melhor na batalha, mas que o meu ainda estava começando,
então deveríamos batalhar muito para fazer ele ficar
forte. Então ela me disse que levaríamos meu parceiro
para se recuperar no Centro Pokémon, o melhor lugar para levar
um Pokémon que batalhou e acabou ferido. Descemos a colina do
mirante e fomos direto para o Centro Pokémon, um prédio
de janelas azuis e telhado vermelho. Assim que entramos, Bianca me
levou em um tour mostrando o Centro. Ela me explicou que o Centro
Pokémon não cobrava para curar os Pokémons e que
eu deveria levá-los lá sempre que eles estivessem
fracos. Então ela me apresentou a enfermeira, que pediu a
pokebola para curar meu Snivy. Foi realmente rapidinho e logo ela me
devolveu Aoda novinho em folha.
Bianca então me
explicou como funcionava o PC, que todo treinador podia usar, de
graça, para depositar e retirar Pokémons que já
tivesse capturado. A próxima coisa foi o Poké Mart,
onde eu poderia comprar e vender diferentes iten, inclusive as
Pokebolas que usamos para capturar pokémons. Bianca ainda me
deu algumas Pokebolas, que eu guardei na mochila e me disse para
segui-la, que ela me mostraria como usá-las.
Assim que saímos
do Centro Pokémon, mamãe nos encontrou. Ela já
adivinhou que a moça comigo era Bianca e viu que eu escolhi o
Snivy. Disse que parecia uma boa escolha. Aproveitou para me entregar
meus tênis de corrida antes que ela esquecesse e me explicou
que com eles eu poderia andar mais depressa, que eu e o Snivy
poderíamos correr pra qualquer lugar que quiséssemos. A
irmãzinha do Hugh estava com ela e me deu de presente um mapa
das cidades de Unova, mas quando ela foi me entregar, haviam dois
mapas.
Bianca que reparou e
perguntou o porquê daquilo. Então a menina me explicou
que queria que eu entregasse um deles para o Hugh. Minha mãe
achou a idéia ótima, que seria muito bom seguir caminho
tendo um mapa das cidades. Além disso, se eu usasse o mapa eu
saberia tudo sobre a região.
Bianca ficou emocionada
e disse que só de assistir aquilo tudo já ficava feliz.
Disse que eu poderia encontrá-la na rota 19, onde ela me
ensinaria a capturar Pokémons.
Mamãe me desejou
boa viagem e falou para eu pegar o Snivy e ir ver vários
Pokémos e pessoas diferentes com meus próprios olhos.
Nos despedimos e eu fui atrás da Bianca.
Quando eu estava saindo
da cidade, a vigia viu que eu estava de saída e me chamou pra
conversar. Ao ver o Aoda comigo, ela me deu uma potion de presente;
Bianca cumpriu sua
parte e estava me esperando. Ela disse que aquela rota lhe lembrava
da rota 1 e então explicou como funcionava. As páginas
da Pokédex seriam preenchidas automaticamente quando eu
encontrasse um Pokémon e quando eu o capturasse, informações
mais detalhadas seriam acrescentadas. Então, fomos capturar um
Pokémon.
Assim que entramos na
grama, um Purrloin selvagem apareceu. Bianca usou seu Lillipup e
capturou ele enquanto eu assistia.
Assim que saiu da
grama, Bianca comentou sobre a captura e me deu algumas dicas:
Primeiro, encontrar um
pokémon saudável para capturar;
É melhor cansar
o Pokémon antes de tentar pegá-lo;
Usar os golpes do meu
Pokémon para cansar o Pokémon que eu quero pegar;
Deixar o outro pokémon
adormecido ou paralizado torna mais fácil pegá-lo.
Depois dessas dicas,
ela perguntou se eu estava indo entregar o Mapa para o Hugh. Quando
eu confirmei, ela explicou que seguindo pelo caminho da rota 1 eu
chegaria na cidade de Floccesy.
Nós nos
despedimos e ela desejou que eu encontrasse muito Pokémons e
capturasse uma porção deles.
Então, foi minha
vez de entrar na grama. Logo apareceu um Patrat, que eu e Aoda
pegamos fácil. Eu até poderia dar um apelido pra ele
também, mas acho que um Patrat não deve ficar muito
tempo na minha equipe.
Depois de conferir os
dados dele na Pokédex, resolvi ver se tinha algo mais por ali.
Acabei pegando um Purrloin, que também deixei sem apelido, por
enquanto.
Voltei ao Centro
Pokemon para tratar dos meus novos amigos e acabei descansando por
aqui mesmo.
Até mais, pessoal!
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Guilherme Trintinalha










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